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Quinta 2 Setembro 2010
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Fumantes por tabela

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Se você não fuma, não suporta cigarro e mesmo assim “tem” de conviver com chaminés vivas do seu lado, vai ficar mais furioso ainda ao descobrir que um fumante passivo tem as mesmas chances de contrair doenças suscetíveis de acontecer a quem fuma, como um câncer de esôfago, rim, laringe, entre outros.

Isso porque a fumaça exalada pelo cigarro é mais tóxica por conter todas as 4000 substâncias produzidas em forma de queima e, conseqüentemente, adquire maior quantidade de compostos tóxicos, como a liberação de monóxido de carbono, a mesma que é prejudicial a você, mas não ao seu carro. Para correr esse risco, basta conviver com um fumante com certa freqüência como em casa, locais de trabalho, onde não é proibido fumar, ou faculdade.

De acordo com o psicólogo e especialista em álcool e drogas, Sérgio Luiz, a quantidade de substâncias tóxicas absorvidas pelo fumante passivo depende de alguns fatores como duração da exposição, qualidade de ventilação do ambiente, e número de cigarros e de fumantes no local. “Além dos problemas graves possíveis, cerca de 40% a 60% dos adultos expostos à fumaça do cigarro têm maior risco de desenvolver asma do que os não expostos”, alerta.

Para fugir das estatísticas você pode tomar algumas atitudes, não mais drásticas que os estragos do cigarro, como procurar aplicar de alguma forma as leis de restrição de fumo em ambientes públicos fechados como escolas, bibliotecas, além de divulgar os conhecimentos sobre os prejuízos dos fumantes passivos.

Consultoria:
Sérgio Luiz, psicólogo e especialista em álcool e drogas.

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ALCOOL E CIGARROS: FUJA DELES PARA EVITAR O CANCER DE LARINGE
escrito por GRUPO LARINGECTOMIZADOS, maio 08, 2010
Nicotina: uma dependência poderosa Se alguma vez tentou deixar de fumar, sabe o quanto é difícil consegui-lo. É difícil porque a nicotina é uma droga que cria muita dependência. Para algumas pessoas, chega mesmo a criar tanta dependência como a heroína ou a cocaína. RecadosOnline - Recados de Conselhos que são a sua cara. Clique! ALCOOL E CIGARROS: FUJA DELES PARA EVITAR O CANCER DE LARINGE Para cada mulher com câncer de laringe, estima-se que existam dez homens com o mesmo problema. As principais causas da doença estão relacionadas a hábitos como o alcoolismo e tabagismo. As previsões apontam que, tal qual o câncer de pulmão, o de laringe deve aumentar sua incidência entre as mulheres. Ciência & Saúde "Rouquidão que vai e vem nada tem. Rouquidão que vem e fica algo indica" Ditado popular Dificuldade de engolir, falar e respirar. Sintomas que podem não significar coisa alguma, Ma, quando persistentes, podem sugerir a existência de um câncer de laringe. Uma rouquidão constante, que persiste por mais de quinze dias, por exemplo, pode ser um indício da doença. Estima-se que para cada mulher com câncer laríngeo existem dez homens com o mesmo problema. Muito embora os fatores genéticos contribuam para provocar a doença, a grande incidência entre o sexo masculino está relacionada aos hábitos de vida. "90% dos cânceres de laringe, sem medo de errar, são causados por hábitos como beber e fumar", garante o otorrinolaringologista Francisco Monteiro de Castro, chefe do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Ceará(UFC). No entanto, segundo o otorrino, existe uma tendência de que a doença aumente entre o sexo feminino. "Assim como o câncer de pulmão, o de laringe deve crescer entra as mulheres", reitera. A afirmativa se baseia na observação de que elas estão fumando cada vez mais. No Brasil, por exemplo, enquanto a quantidade total de fumantes diminui, aumenta o número de mulheres fumantes. Quando a doença é descoberta num estágio avançado, o paciente geralmente é submetido a uma cirurgia para retirar toda a laringe(laringectomia total). A laringe, região onde se localizam as cordas vocais, é uma espécie de canal que interliga o nariz aos pulmões. Sem as cordas vocais, o paciente precisa reapreender a falar. "Eu voltei a ser criança". Tive de aprender a pronunciar todo o alfabeto", recorda Waldo Costa, presidente da Associação dos Laringectomizados do Ceará. Ele descobriu a doença em 96 e foi submetido a uma laringectomia total no ano seguinte. Em estágios menos avançados, o tratamento do câncer pode ser feito através de cirurgia parcial. Aliada a qualquer técnica cirúrgica, os tratamentos radio e quimioterápicos pode ser indicados. Em qualquer tipo de operação, é necessária a participação de um fonoaudiólogo no pós-operatório. A fonoaudióloga Roxane Alencar Irineu, especialista em distúrbios da comunicação humana, diz que o trabalho de recuperação da voz depende do tipo de cirurgia. Existe a cordectomia, retirada de apenas uma corda vocal; a hemilaringectomia que retira metade da laringe; e supraglótico, retirada das estruturas em cima de uma corda vocal, entre outras. Nestes casos, o indivíduo continua utilizando a voz laríngea, embora fraca. Com o tratamento, a voz é aperfeiçoada. Já a laringectomia total causa uma modificação geral na produção do som. Roxane afirma que para a mulher é mais difícil superar o trauma, principalmente tentar falar com a voz esofágica. O som produzido geralmente é grave e soa desagradável, o que inibe a mulher de usar esta voz. Nestes casos, o trabalho fonoterápico pode ser auxiliado por uma psicoterapia, em que o psicólogo vai ajudar o paciente a perceber que a única forma de voltar a se comunicar normalmente é através da voz esofágica ou mecânica (através de uma laringe artificial, que produz um som metálico).

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