Você sabia que a luz das lâmpadas prejudica a pele? Já ouviu falar, mas nunca levou a sério? Pois é, quem permanece longo período exposto ou muito próximo a elas, corre o risco de radiação.
Proteção 24 horas
Segundo o dermatologista Ricardo Fenelon, coordenador do Centro de Dermatologia e Laser de Brasília, as lâmpadas alógenas, muito utilizadas em ambientes domésticos por realçarem com eficiência as cores e objetos, emitem quantidades significativas de radiação UVA, UVB e UVC, capazes de provocar efeitos nocivos sobre a pele.
Já as fluorescentes, famosas pela economia de energia e durabilidade, podem acarretar o aparecimento do carcioma espinocelular, um tumor maligno que representa cerca de 20 a 25% dos cânceres de pele.
A luz emitida por uma lâmpada durante um dia de trabalho equivale a cerca de 1 minuto de exposição solar. Pouco, não é? Mas em longo prazo, após um mês, serão cerca de 25 minutos. Tempo suficiente para causar algum tipo de problema em uma pele mais sensível, principalmente de quem já possui alguma mancha ou realiza procedimentos estéticos.
Viu só? Foi-se o tempo em que se comprava um tubo de filtro solar que durava o verão todo. Hoje em dia ele faz parte do ritual diário de beleza. Mas não basta aplicá-lo no início do dia e pronto. Ele é essencial tanto para quem vai se expor ao ar livre quanto para quem permanece longos períodos em ambientes fechados. Para facilitar, compre hidratantes, bases, pós e batons com FPS. E não esqueça de proteger as mãos, o colo e pescoço também.
Consultoria
Dr. Ricardo Fenelon, Coordenador do Centro de Dermatologia e Laser de Brasília.
Tel.: (061) 3326-2213
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