Uma das maiores transformações do corpo feminino dá-se na menopausa. Essa fase é marcada pela interrupção do sangramento mensal. Também provoca, às vezes, ondas de calor e instabilidade emocional no período de transição, perda da elasticidade da pele, alteração na libido e até o aparecimento de uma terrível barriguinha. Mas ainda assim, é possível chegar a ela aproveitando a vida e sendo feliz.
Os ovários têm um período de vida funcional de aproximadamente 35 anos. É na menopausa, que se dá entre os 45 e 55 anos, que eles param de funcionar, cessando a menstruação e a produção do estrogênio, o hormônio feminino. A falta dele reflete-se em todo o organismo, desde o lado estético até o emocional. Modificam-se a textura da pele, a distribuição de gordura no corpo - que sofre uma pequena "masculinização", favorecendo o aparecimento de barriga -, a fixação de cálcio nos ossos e até a auto-estima. Na maioria das vezes, os sintomas são severos, mas existem muitas mulheres que chegam a essa fase e só percebem a menopausa porque pararam de menstruar.
A falta do estrogênio também causa alterações no tecido vaginal e na região pélvica, diminuindo a irrigação do local. Isso faz com que a relação sexual possa se tornar desagradável e dolorosa, tanto para a mulher, quanto para o parceiro. A combinação desse fator com a natural diminuição da libido, também causada pela carência de estrogênio, faz com que o ritmo sexual diminua na menopausa. Contudo, isso não significa que a vida sexual da mulher tenha seguido os passos da produção hormonal e chegado ao fim. É preciso ver as coisas pelo lado positivo. Com o término do ciclo menstrual, não há mais risco de gravidez. Além disso, nessa fase, o casal costuma desfrutar de uma despreocupação geral, seja com os filhos que já estão criados ou com questões de trabalho, já que ela coincide com o começo da aposentadoria.
Uma boa orientação médica pode fazer da menopausa um grato período de redescobertas sexuais. Não perca tempo e aproveite! TUDO SOBRE CIRURGIA PLÁSTICA CLIQUE AQUI !

escrito por maria aparecida borges de souza, março 23, 2010
escrito por maria de fátima juliani medeiros, junho 07, 2010
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